"Desenvolva sua inteligência emocional", é um pequeno livro, que pelo fato de está praticamente esquecido e jogado sem o menos cuidado na última edição da Feira do Livro me pareceu muito especial. Nele são expostas situações que embora muito simples, dá a impressão nos dias atuais que foram totalmente esquecidas pela sociedade. Me pareceu um novo "tipo de inteligência" pouco estudada atualmente, pois, os mais variados artigos que abordam esse assunto se preocupam em falar mais à respeito de QI, porém se levada em consideração e prestada à devida atenção a cada dia formulamos nossas próprias teorias.
PARTE I
"Desenvolva sua inteligência emocional e tenha sucesso na vida"
"Aprenda a orientar sua ações com inteligência das emoções"
Possivelmente já lhe ocorreu, tempos depois de concluída sua escolaridade, de reunir-se com os antigos colegas pra saber como começaram a história de suas vidas e não acreditar no que ouviu. Talvez tenha constatado, com surpresa, que os resultados na vida das pessoas não coincidam com seu rendimento tradicional ou acadêmico. De acordo com as mais recentes descobertas, uma das explicações para essa situação é que o sucesso- tanto particular como profisional- parece está determinado por fatores muitos diferentes daqueles comumente identificados como rendimento acadêmico. Uma pessoa com um quociente tradicional elevado, e excepcional em qualquer tipo de disciplina pode fracassar na vida. Isso não significa que a inteligência como estávamos acostumados a concebê-la tenha perdido seu valor.Segundo pesquisadores recentes, ela engloba âmbitos muito mais amplos que a abtração.
"INTELIGÊNCIA TRADICIONAL VERSUS INTELIGÊNCIA EMOCIONAL"
De onde vem o conceito de Inteligência Emocional?
Com base em reflexões, o psicólogo, escritor e professor da Universidade de Harvad, Daniel Goleman, após mais de uma década de estudos nos quais reuniu pesquisas de diversas universidades norte-americanas, divulgou- em seu best-seller Inteligencia emocional- um conceito mais audacioso sobre o que deve entender por inteligência.
Ele indicou claramente a importância do desenvolvimento de habilidades na vida da pessoa, como: se capaz de automotivar-se; perseverar, apesar da decepções; controlar impulsos e retardar a "gratificação" diante das emoções, ou seja, não da rédea solta ao desejo imediato da ação e ser capaz de esperar para o recebimento da compensação emocional; mostra empatia em relação aos demais, ou seja, entender seus sentimentos e preocupações; ter esperanças.

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